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Second Mind

Software para logística e sistema para transportadora: frete, CT-e, docas e app do motorista sob medida

Software para logística e sistema para transportadora sob medida: CT-e, MDF-e, CIOT, agendamento de docas e app do motorista. Veja cases e como contratar.

Software para logística é o sistema que liga o escritório, o pátio e a estrada: frete, documento fiscal, doca, motorista, entrega e cobrança no mesmo lugar. Um sistema para transportadora bem feito emite CT-e e MDF-e sem redigitação, registra o CIOT antes da viagem, mostra onde cada carga está e guarda a prova da entrega. A Second Mind desenvolve esse sistema sob medida ou integra o que a sua operação já usa.

Somos uma fábrica de software fundada em 2018 em Conselheiro Lafaiete/MG, com mais de 80 projetos entregues e atendimento em todo o Brasil. Esta página cobre o que desenvolvemos para transportadoras, embarcadores e marketplaces de frete, como escolher entre TMS pronto, sistema sob medida e integração, os projetos do setor no portfólio, o que muda num projeto de logística, como contratar e o que define o custo.

O que a Second Mind desenvolve para logística e transporte

Quase ninguém pede "um TMS completo" no primeiro contato. O pedido costuma nascer de uma cena da rotina: caminhão esperando janela no pátio, CT-e refeito por causa de um dado errado, canhoto que não volta e segura a cobrança, equipe procurando carreteiro por telefone. Estas são as frentes em que trabalhamos:

  • Gestão de fretes: fretes, tomadores, proprietários, motoristas e veículos num cadastro só, com precificação, boletos, cobrança e relatórios.
  • Documentos fiscais do transporte: CT-e e MDF-e emitidos pelo próprio sistema, com certificado digital por transportadora e regras de ICMS por operação.
  • Obrigações da operação: CIOT, averbação de seguro de carga, cálculo do piso mínimo de frete e consulta do RNTRC na ANTT.
  • Agendamento de docas e gestão de pátio (YMS): locais, docas, tombadores, horários, restrições, bloqueios recorrentes e alocação por tipo de veículo e carroceria.
  • App do motorista: convite de frete, rota, chegada por geolocalização, foto da carga e leitura do código de barras da DANFE, inclusive sem sinal.
  • Marketplace de fretes: embarcador publica a carga, transportadoras e motoristas disputam por lance e a operação designa quem leva.
  • Integração e painéis: dados de viagem, fiscal e financeiro chegando ao ERP e a painéis gerenciais por meio de integração de sistemas e APIs.

Se o peso maior está no financeiro, no estoque e no fiscal da empresa inteira, o assunto passa a ser desenvolvimento de ERP. Se o gargalo é uma tarefa repetida entre pessoas e planilhas, como conferir canhotos ou conciliar faturas de frete, vale olhar a automação de processos.

TMS pronto, sistema sob medida ou integração: como decidir

Nem toda operação logística precisa de um sistema novo. A conta muda conforme o tipo de carga, o volume de regras próprias e o que já funciona hoje. Estes são os quatro caminhos, e muitas vezes a resposta combina dois deles.

CaminhoQuando faz sentidoCuidadosExemplo no portfólio
TMS de mercadoA operação se parece com a de outras transportadoras e a equipe aceita seguir o fluxo da ferramentaRegra própria vira exceção; confira como a cobrança cresce com o volume e como exportar seus dadosSem exemplo: se um produto de mercado atende, dizemos isso no diagnóstico
Sistema sob medidaFiscal, rota e estrada estão espalhados e nenhum produto cobre as regras da operaçãoPede diagnóstico bem feito e entregas em fasesFreteFull, para transportadoras
Módulo ou integraçãoJá existe um TMS ou um produto próprio e falta uma peça, como a agenda de docasRespeitar arquitetura, login e dados que já estão em usoDock Flow, dentro da plataforma da AZShip
ReconstruçãoO sistema atual não evolui ou a empresa perdeu o acesso ao códigoDefinir desde o início de quem é o repositórioFreteForte, marketplace de fretes

Uma pergunta ajuda a decidir: o que torna a sua operação diferente da concorrente? Se a resposta é só o atendimento, um produto de mercado pode bastar. Se está na forma de precificar, nas rotas que os mapas não conhecem ou na relação com embarcadores, o sistema vira parte do negócio. O guia sistema sob medida ou software de prateleira aprofunda essa escolha. Quando o sistema antigo já atrapalha, a modernização de sistemas pode ser feita por partes.

Projetos de logística no portfólio

Os cases abaixo estão publicados. Cada link abre o desafio, a solução e as tecnologias, e cada um está num estágio diferente: vale ler o status de cada projeto.

FreteFull: da emissão fiscal à entrega

No FreteFull, o trabalho do escritório e o da estrada viviam separados, com emissão fiscal espalhada em vários sistemas. A Second Mind construiu uma plataforma única, com painel web, API e app do motorista. O sistema emite CT-e e MDF-e direto na SEFAZ, sem emissor intermediário, integra o CIOT via Pamcard, a averbação de seguro e as consultas ao Serpro, e calcula o piso mínimo de frete da ANTT. Parte das rotas passa por acessos internos de mineradoras e fazendas, então o roteamento roda num servidor próprio sobre o OpenStreetMap, alimentado com essas vias. O app tem builds de produção para Android e iOS e guarda as ações em fila quando falta sinal.

Dock Flow: agendamento de docas para a AZShip

Nos centros de carga e descarga, a falta de agendamento gerava fila, cobrança de diárias e atrito entre embarcador e transportadora. O Dock Flow é o módulo de gestão de pátio que a Second Mind desenvolveu dentro da plataforma da AZShip: agenda com ocupação por cores, alocação automática de docas com dados do TMS e um portal mobile em que a transportadora se agenda com acesso por código, sem criar conta. O código nasceu nos repositórios da AZShip. A primeira sprint foi aprovada em setembro de 2026, e agenda e portal evoluem em homologação, em ciclos curtos.

FreteForte: um marketplace de volta às mãos do cliente

A FreteForte atua no frete de cargas a granel, como grãos, minério e insumos agrícolas. A empresa tinha uma plataforma de outro fornecedor, ficou sem acesso ao código e com um app de motorista que nunca chegou às lojas. A Second Mind está reconstruindo o produto com o repositório acessível ao cliente desde o primeiro dia. Embarcadores, transportadoras, postos e motoristas passam por cadastro guiado e aprovação, com consulta de CNPJ e do RNTRC. O projeto segue em desenvolvimento ativo, e o módulo de CT-e, MDF-e e CIOT está no plano de integração.

Dois projetos vizinhos

O PRIS ERP foi feito para varejo e farmácias, mas traz uma decisão útil para quem emite CT-e e MDF-e: o fiscal roda num backend isolado, e uma oscilação da SEFAZ não derruba o resto do sistema. Já o ALAV Tech atende uma associação de proteção veicular de caminhões e veículos pesados, com adesão, sinistros, oficinas, rateio e app do associado.

O que muda num sistema para transportadora

Um sistema de logística responde a regras que mudam e a uma operação que acontece longe do escritório. Estes pontos entram no desenho desde o início. Eles descrevem o impacto no software: a aplicação na sua operação se confirma com o contador e o jurídico.

  • Frete registrado antes de rodar: a Lei nº 15.485/2026 determina que toda operação de transporte rodoviário remunerado de cargas seja registrada antes, por meio do CIOT, com as exceções da regulamentação. A mesma lei manda a ANTT suspender a geração do código em desconformidade com o piso mínimo ou sem as informações exigidas. Segundo a ANTT, a validação do piso depende de a operação se enquadrar como carga lotação. Na prática, preço, dados da carga e contratado precisam estar certos antes da viagem, e o sistema deve avisar antes de o caminhão sair.
  • Documentos ligados entre si: o Ajuste SINIEF 03/2026 trata da obrigatoriedade de informar o CIOT no MDF-e. Frete, CIOT, CT-e e manifesto precisam nascer da mesma informação, sem digitação em quatro telas.
  • Leiautes que mudam: o cronograma dos documentos fiscais da reforma tributária do consumo inclui CT-e e MDF-e. Por isso o módulo fiscal precisa ser isolado e atualizável, sem parar o restante da operação.
  • Horário de pátio como evidência: a Lei nº 11.442/2007 fixa prazo máximo de 5 horas para carga e descarga, contado da chegada ao destino, e prevê pagamento ao transportador depois disso. Registrar chegada, entrada e saída com hora confiável evita discussão de memória entre embarcador e transportadora.
  • Cadastro que vence: a mesma lei exige inscrição no RNTRC com revalidação anual e lista os seguros obrigatórios do transportador: RCTR-C, RC-DC e RC-V. O sistema pode cobrar a pendência antes de liberar a carga.
  • Estrada sem sinal: check-in, foto e leitura de nota ficam em fila no aplicativo e sobem quando a conexão volta, sem perder o registro da viagem.
  • Jornada do motorista: a Lei nº 13.103/2015 dá ao motorista empregado o direito à jornada controlada e registrada de forma fidedigna, e deixa o meio de registro a critério do empregador. Se a empresa quer usar o sistema para isso, a decisão entra no escopo com RH e jurídico.
  • Gente de fora da empresa: motorista terceiro e transportadora parceira não querem mais uma senha. Acesso por código e cadastro simples no celular reduzem a resistência, como no portal do Dock Flow.

Como contratar o desenvolvimento do sistema

O processo é o da nossa fábrica de software, ajustado a uma operação que não pode parar a expedição para trocar de sistema.

  1. Diagnóstico gratuito: seguimos um frete do pedido ao canhoto, conversamos com quem programa, emite, cobra e dirige, e mapeamos sistemas e dados que já existem.
  2. Proposta por escrito: escopo, prazo e valor fechado por fase, antes de começar.
  3. Sprints com entrega funcional: cada ciclo termina com algo demonstrado e validado, primeiro em homologação. A emissão fiscal é testada antes de ir para produção.
  4. Implantação por partes: por exemplo, uma filial, uma rota ou um tipo de carga, antes de levar para toda a operação, com treinamento de escritório e motoristas.
  5. Sustentação e evolução: correções, ajustes em regras e leiautes e novos módulos depois da entrada em uso.

Há dois modelos. No projeto sob medida, a Second Mind entrega o sistema, e o código-fonte e a documentação são do cliente por contrato. No outsourcing, nosso time trabalha com os seus padrões e repositórios, como no Dock Flow, em que o código é da AZShip. Esse segundo modelo faz sentido para empresas de tecnologia que vendem o próprio produto de logística. Para quem quer lançar um produto novo, há o caminho de plataforma SaaS.

Quanto custa um software para logística

Não há preço de tabela, porque duas transportadoras do mesmo porte podem ter fiscal, rotas e parceiros muito diferentes. O custo sai do escopo.

O que encarece

  • emissão fiscal própria, com certificado por transportadora e regras de ICMS por operação;
  • quantidade de integrações: CIOT, seguro, ERP, bancos, TMS de embarcadores e serviços sem API;
  • app do motorista com operação offline, fotos, leitura de código de barras e publicação nas duas lojas;
  • roteamento próprio com vias internas;
  • muitos perfis e participantes externos, como em um marketplace;
  • migração de dados de um sistema antigo e prazo apertado.

O que barateia

  • começar pelo gargalo que mais dói, com um módulo em vez do sistema inteiro;
  • manter o que já funciona e integrar, em vez de trocar tudo;
  • usar um emissor de mercado quando o volume não justifica emissão própria;
  • chegar com cadastros de clientes, veículos e motoristas limpos;
  • decidir regras antes do desenvolvimento, para evitar retrabalho.

Cada fase tem valor fechado antes de começar. Para uma ordem de grandeza em poucos minutos, use a calculadora de projetos. O guia de quanto custa desenvolver um ERP sob medida ajuda a entender fases e custos escondidos, e todos os projetos estão nos cases.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre TMS, WMS e YMS?

O TMS cuida do transporte: frete, viagem e documentos. O WMS cuida do armazém: endereçamento, separação e estoque. O YMS cuida do pátio e das docas: quem entra, quando e onde. Nos cases publicados, construímos gestão de transporte e de pátio; desenvolver um WMS seria um projeto a avaliar no diagnóstico.

Um sistema próprio de transportadora pode emitir CT-e e MDF-e sem emissor terceirizado?

Pode. No FreteFull a emissão vai direto à SEFAZ, com o certificado de cada transportadora e as regras de ICMS configuradas no sistema. Em volume baixo, um emissor de mercado integrado pode compensar mais. O diagnóstico compara os dois caminhos.

O sistema gera o CIOT?

Pode gerar. No FreteFull o CIOT é feito via Pamcard, com comunicação autenticada por certificado. Quem responde pela emissão depende da contratação: com TAC ou equiparado, é o contratante; sem TAC, a ETC. Esse desenho se define no diagnóstico, com apoio do seu contador ou jurídico.

O app do motorista funciona em estrada sem sinal?

Funciona. O app guarda check-ins, fotos e leituras de nota numa fila local e envia tudo quando a conexão volta. Assim o registro da viagem não se perde nos trechos sem cobertura, e o escritório vê os dados assim que o aparelho sincroniza.

O código-fonte do sistema fica com a transportadora?

Sim, no projeto sob medida: código-fonte e documentação são do cliente por contrato. Quando atuamos no time de uma empresa de tecnologia, o código nasce no repositório dela, como no Dock Flow. Na FreteForte, o repositório fica acessível ao cliente desde o primeiro dia.

Quanto custa um sistema para transportadora?

Depende do escopo: emissão fiscal, integrações, app do motorista, roteamento, perfis de acesso e migração. Depois do diagnóstico gratuito, a proposta chega por escrito com valor fechado por fase. A calculadora do site dá uma ordem de grandeza em poucos minutos.

Vamos tirar o seu projeto do papel?

Diagnóstico gratuito, faixa de investimento transparente e um time que desenvolve software em Minas Gerais desde 2018.